3ªJornada CN 1ª Divisão CRM Bairrada 28 Caldas RC 15

Caldas Rugby Clube perde na Bairrada mas deixa boas indicações

3ª Jornada do CN 1ª Divisão RCM Bairrada vs Caldas Rugby Clube

Na Vila do Rugby assistiu-se a uma grande partida de Rugby.

Muito publico Bairradino, uma presença de adeptos Caldenses também de assinalar, um pitch em excelentes condições, duas equipas que deram tudo nos 80 minutos e uma arbitragem ao mesmo nível. É isto o Rugby na Primeirona e é isto que deve ser exaltado.

A partida teve um vencedor justo.

A Bairrada apresentou uma equipa muito bem preparada e que praticou um Rugby compacto, muito agressivo na defesa e clínico no ataque.

O Caldas apresentou-se com algumas ausências de última hora – as viroses que já tinham desfalcado a equipa de sub-18 também impediram a presença do pilar Filipe Nobre e obrigaram o asa Gonçalo Sampaio e o ponta Diogo Vasconcelos a jogarem em déficite, e não foi possível recuperar a lesão do capitão Ricardo Marques. A equipa Pelicana desenvolveu o seu Rugby mais clássico, privilegiando o jogo à mão, mas alguma falta de killing instict na definição final de jogadas nos 5 metros adversários não permitiu um resultado mais equilibrado, que a equipa talvez merecesse.

Entrada decidida dos Bairradinos e logo aos 3minutos um primeiro ensaio, aproveitando uma jogada rápida à ponta.

Respondeu o Caldas instalando o jogo no meio-campo adversário mas sem criar vantagens, face à defesa muito determinada e eficaz dos locais. Aos 13 minutos uma primeira oportunidade de pontuar, foi desperdiçada numa tentativa de penalidade aos postes, tentada pelo médio de abertura Tommy Lamboglia.

Prosseguindo o seu jogo de ataque, que ia provocando dificuldades na defesa Bairradina, que só respondia com faltas – a equipa visitada cometeu 17 penalidades em todo o encontro – os Pelicanos aproveitaram, aos 20 minutos, uma situação de vantagem e concretizaram um pontapé de ressalto, numa excelente execução do 1º centro Jonathan “Nilas” Nolan.

No primeiro quarto de jogo Bairrada – 5 / Caldas – 3 o que já espelhava o equilíbrio e as características da partida.

Mas, na resposta, e numa das oportunidades de montar o seu jogo de penetração a partir dos avançados o Bairrada conseguiu aos 22 minutos um segundo ensaio, bem transformado, colocando o resultado em 10-3.

Motivou-se a equipa da casa e comandou claramente a fase seguinte, que sem surpresa alcançou um terceiro ensaio aos 28 minutos aproveitando um erro defensivo dos Caldenses, que perderam a bola após conquista de formação ordenada nos seus 5 metros. 15-3 para o RCM Bairrada.

O jogo prosseguiu na mesma toada, forte pressão dos Bairradinos e numa penalidade – o Caldas apenas cedeu 3 penalidades em todo o encontro, mas sempre em jogadas de último recurso – bem transformada, o resultado passou para 18-3.

Reagiram os Pelicanos, nunca baixando os braços e numa jogada muito bem conseguida, jogadas a toda a largura, fixação no ruck, saída rápida e pontapé tático a lançar o outro flanco conseguiram aos 39 minutos um ensaio, pelo asa Filipe Gil, bem transformado por Jonathan ”Nilas” Nolan.

Ao intervalo Bairrada – 18 / Caldas – 10. Jogo relançado.

Entrou muito forte o Caldas e logo aos 43 minutos teve oportunidade para reduzir numa penalidade aos postes, tentada por Jonathan Nolan, mas não concretizada.

Instalando o jogo nos 22 metros e com varias formações ganhas nos 5 metros os Pelicanos não aproveitaram em pontos 15 minutos de intenso domínio. Algumas faltas de decisão na jogada final, mas sobretudo uma defesa coriácea dos Bairradinos manteve a vantagem para a equipa da casa.

A “juventude” Pelicana paga-se, ainda, muito cara nestas ocasiões do jogo, em que a experiência, aliada a um ”peso físico” que só a idade e o treino permitem alcançar, é decisiva.

E como se diz, quem não marca sofre, uma penalidade concedida num pontapé defensivo dos Bairradinos permitiu uma transformação muito boa à equipa da casa.

Bairrada – 21 / Caldas – 10 aos 57 minutos.

A raça desta equipa Pelicana não desistiu do jogo, e cerca dos 25 minutos o ensaio esteve novamente eminente, mas uma indecisão na concretização gorou a pontuação.

Aproveitou, mais uma vez cirurgicamente, o Bairrada e, fazendo valer o seu jogo de avançados, rápidos e com jogo de penetração muito consistente, conseguiram um quarto ensaio aos 72 minutos, bem transformado, resolvendo o encontro. Bairrada – 28 / Caldas – 10.

O Caldas respondeu com o orgulho de uma verdadeira equipa de Rugby e conseguiu aos 80 minutos um ensaio, pelo nº8 Cristiano Manuel, bem merecido, e após mais uma conquista na formação ordenada nos 5 metros adversários. Os Pelicanos estiveram irrepreensíveis neste domínio do jogo conquistando todas as mellées de sua introdução.

Resultado final: CRM Bairrada – 28 (4 E, 2 P, 1T) / Caldas RC -15 (2 E,1 T, 1 PR).

O resultado talvez não espelhe o que se viu no relvado. Premeia a eficácia Bairradina e penaliza alguma ingenuidade ainda latente nos Pelicanos.

O CRC alinhou:

João Vicente, David Esteves, Rui Santos, Luis Gaspar, Bruno Martins, Leonardo Ferreira Filipe Gil, Cristiano Manuel, Salvador Cambournac, Tomas Lamboglia, Diogo Vasconcelos, Jonathan Nolan (Cap.), Tomas Jacinto, Mateus Neves, Gonçalo Silva, António Mil-Homens, Sebastião Vasconcelos, Gonçalo Sampaio, João Leitão, Pedro Madaleno.

Treinador: Patricio Lamboglia

Treinador Adjunto: Guilherme Neves

Fisioterapeuta: Rita Marques/Physioclem

Diretor Equipa: Adelino Jacinto

Caldas Rugby Clube perde na Bairrada mas deixa boas indicações

3ª Jornada do CN 1ª Divisão RCM Bairrada vs Caldas Rugby Clube

 

Na Vila do Rugby assistiu-se a uma grande partida de Rugby.

Muito publico Bairradino, uma presença de adeptos Caldenses também de assinalar, um pitch em excelentes condições, duas equipas que deram tudo nos 80 minutos e uma arbitragem ao mesmo nível. É isto o Rugby na Primeirona e é isto que deve ser exaltado.

 

A partida teve um vencedor justo.

A Bairrada apresentou uma equipa muito bem preparada e que praticou um Rugby compacto, muito agressivo na defesa e clínico no ataque.

O Caldas apresentou-se com algumas ausências de última hora – as viroses que já tinham desfalcado a equipa de sub-18 também impediram a presença do pilar Filipe Nobre e obrigaram o asa Gonçalo Sampaio e o ponta Diogo Vasconcelos a jogarem em déficite, e não foi possível recuperar a lesão do capitão Ricardo Marques. A equipa Pelicana desenvolveu o seu Rugby mais clássico, privilegiando o jogo à mão, mas alguma falta de killing instict na definição final de jogadas nos 5 metros adversários não permitiu um resultado mais equilibrado, que a equipa talvez merecesse.

Entrada decidida dos Bairradinos e logo aos 3minutos um primeiro ensaio, aproveitando uma jogada rápida à ponta.

Respondeu o Caldas instalando o jogo no meio-campo adversário mas sem criar vantagens, face à defesa muito determinada e eficaz dos locais. Aos 13 minutos uma primeira oportunidade de pontuar, foi desperdiçada numa tentativa de penalidade aos postes, tentada pelo médio de abertura Tommy Lamboglia.

Prosseguindo o seu jogo de ataque, que ia provocando dificuldades na defesa Bairradina, que só respondia com faltas – a equipa visitada cometeu 17 penalidades em todo o encontro – os Pelicanos aproveitaram, aos 20 minutos, uma situação de vantagem e concretizaram um pontapé de ressalto, numa excelente execução do 1º centro Jonathan “Nilas” Nolan.

No primeiro quarto de jogo Bairrada – 5 / Caldas – 3 o que já espelhava o equilíbrio e as características da partida.

Mas, na resposta, e numa das oportunidades de montar o seu jogo de penetração a partir dos avançados o Bairrada conseguiu aos 22 minutos um segundo ensaio, bem transformado, colocando o resultado em 10-3.

Motivou-se a equipa da casa e comandou claramente a fase seguinte, que sem surpresa alcançou um terceiro ensaio aos 28 minutos aproveitando um erro defensivo dos Caldenses, que perderam a bola após conquista de formação ordenada nos seus 5 metros. 15-3 para o RCM Bairrada.

O jogo prosseguiu na mesma toada, forte pressão dos Bairradinos e numa penalidade – o Caldas apenas cedeu 3 penalidades em todo o encontro, mas sempre em jogadas de último recurso – bem transformada, o resultado passou para 18-3.

Reagiram os Pelicanos, nunca baixando os braços e numa jogada muito bem conseguida, jogadas a toda a largura, fixação no ruck, saída rápida e pontapé tático a lançar o outro flanco conseguiram aos 39 minutos um ensaio, pelo asa Filipe Gil, bem transformado por Jonathan ”Nilas” Nolan.

Ao intervalo Bairrada – 18 / Caldas – 10. Jogo relançado.

Entrou muito forte o Caldas e logo aos 43 minutos teve oportunidade para reduzir numa penalidade aos postes, tentada por Jonathan Nolan, mas não concretizada.

Instalando o jogo nos 22 metros e com varias formações ganhas nos 5 metros os Pelicanos não aproveitaram em pontos 15 minutos de intenso domínio. Algumas faltas de decisão na jogada final, mas sobretudo uma defesa coriácea dos Bairradinos manteve a vantagem para a equipa da casa.

A “juventude” Pelicana paga-se, ainda, muito cara nestas ocasiões do jogo, em que a experiência, aliada a um ”peso físico” que só a idade e o treino permitem alcançar, é decisiva.

E como se diz, quem não marca sofre, uma penalidade concedida num pontapé defensivo dos Bairradinos permitiu uma transformação muito boa à equipa da casa.

Bairrada – 21 / Caldas – 10 aos 57 minutos.

A raça desta equipa Pelicana não desistiu do jogo, e cerca dos 25 minutos o ensaio esteve novamente eminente, mas uma indecisão na concretização gorou a pontuação.

Aproveitou, mais uma vez cirurgicamente, o Bairrada e, fazendo valer o seu jogo de avançados, rápidos e com jogo de penetração muito consistente, conseguiram um quarto ensaio aos 72 minutos, bem transformado, resolvendo o encontro. Bairrada – 28 / Caldas – 10.

O Caldas respondeu com o orgulho de uma verdadeira equipa de Rugby e conseguiu aos 80 minutos um ensaio, pelo nº8 Cristiano Manuel, bem merecido, e após mais uma conquista na formação ordenada nos 5 metros adversários. Os Pelicanos estiveram irrepreensíveis neste domínio do jogo conquistando todas as mellées de sua introdução.

Resultado final: CRM Bairrada – 28 (4 E, 2 P, 1T) / Caldas RC -15 (2 E,1 T, 1 PR).

O resultado talvez não espelhe o que se viu no relvado. Premeia a eficácia Bairradina e penaliza alguma ingenuidade ainda latente nos Pelicanos.

O CRC alinhou:

João Vicente, David Esteves, Rui Santos, Luis Gaspar, Bruno Martins, Leonardo Ferreira Filipe Gil, Cristiano Manuel, Salvador Cambournac, Tomas Lamboglia, Diogo Vasconcelos, Jonathan Nolan (Cap.), Tomas Jacinto, Mateus Neves, Gonçalo Silva, António Mil-Homens, Sebastião Vasconcelos, Gonçalo Sampaio, João Leitão, Pedro Madaleno.

Treinador: Patricio Lamboglia

Treinador Adjunto: Guilherme Neves

Fisioterapeuta: Rita Marques/Physioclem

Diretor Equipa: Adelino Jacinto

Os nossos agradecimentos ao apoio da CM Caldas da Rainha, que também propiciou o transporte (uma palavra para motorista Jorge Duarte) e aos nossos patrocinadores:

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